o meu sonho

Eu sonhei com algo que me estranhou um bocado. Sonhei que estava numa aula de educação física a andar de patins e a professora vira-se para nós e diz: quem conseguir atravessar o corredor de patins ganha quinze pontos. Eu e os meus colegas lá decidimos ir todos contente porque nós e os patins é uma coisa maravilhosa. No fundo do corredor ouvi alguém contar uma história a uns meninos mais pequenos, penso não me lembrar quem a contara mas recordo-me da história toda, então pus-me a ouvir e a imaginá-la na minha cabeça, o mais estranho é que a rapariga da história para mim era a minha prima Stephanie, não me perguntem porquê mas era ela. E a história contava assim: Havia uma rapariga de dezassete anos, muito bonita que se quis tornar independente dos pais muito cedo, já não estudava mas trabalhava e tinha a sua casa. A sua casa era grande, era no meio do nada e naquele nada apenas existiam a casa dela e de mais alguém que nunca se soube exactamente quem morava lá, mas também ninguém queria saber, ficava a uns cinco ou seis quilómetros da casa dela. Passados uns dois anos de ela se encontrar na mesma casa, onde era feliz, um dia aconteceu algo muito estranho, a água faltou-lhe sem mais nem menos, a rapariga fora ver o que se passava e não encontrava explicação. Então fora à casa do ninguém, como chamava a família, foi lá ver se encontrava alguém. Chegando à tal casa muito cansada, bateu à porta e ninguém abriu, então dirigiu-se para a janela e bateu no vidro perguntando:' Podia-me emprestar água?'. Ouvindo um barulho estranho vindo da porta dirigiu-se para lá rapidamente, de repente abre-lhe a porta um homem, de cabelo cinzento, baixinho, com os seus sessenta e tias, com um ar sereno e sorridente e trazia na mão um copo um quarto cheio de água suja, água castanha. Ela olhando para ele e para o copo começou a correr. O homem foi atrás dela a correr todo contente até que a apanha e agarra-a. De seguida põe-lhe o braço por cima do ombro e ela a chorar como se não houvesse amanhã, super assustada e o homem só lhe disse: 'Podes usar a água que quiseres meu amor, até amaciador mas não contes a ninguém está bem bebé?' De repente fecha a porta de casa e eu acordo.

Estranho ou não? O.o
quanto mais segurança temos de uma coisa, é quando devemos desconfiar mais. quanto mais acreditamos numa coisa, é quando devemos ter mais dúvidas. quanto mais pensamos que existe, iremos apercebermos-nos que afinal era tudo uma ilusão.quanto mais pensamos que podemos contar, mais desilusões iremos ter. quanto mais gostamos de uma pessoa, será se calhar aquela que mais iremos odiar. vamos ser realistas e pensar, com quem poderemos contar? se daqui a alguns anos, serão esses mesmos que nos vão apunhalar pelas costas?
é uma pessoa, não quero saber do tamanho dela, nem se é mais largo ou mais alto. interessa-me a qualidade não a quantidade.
um dia hás-de aprender a não acreditar, mas a não acreditar com o que os outros dizem por mais q haja meras coincidências, nem sempre é verdade, muito menos tentar estragar algo que nunca irás destruir pois as pessoas de fora não interessam e tu és precisamente uma delas.
                                                         a felicidade é muito relativa, cada um é feliz à sua maneira.