Defeitos: és um porco, estúpido, otário, mentiroso, 'traidor', muito engatatão e não és assim muito bonito.
Qualidades: és simpático, querido, generoso, compreensivo, brincalhão, tens uma boa disposição, gostas de resolver os problemas e nunca ignorá-los, sabes como falar com as pessoas e não és o rapaz perfeito.
Não te amo, não te odeio, conheço-te minimamente, gosto de ti da maneira como és e odeio-te por me fazeres passar pelo que passo. ♥
ps. não tens nada a haver com o da imagem.
Dizem que as coisas acontecem por meras coincidências. Ao longo do tempo, ao longo que vou crescendo, noto que nem sempre é verdade, existem sinais. Claro que esses sinais não são logo óbvios, e no início pensamos ser coincidências, mas à medida que as coisas vão desenrolando apercebemos nos dos sinais. Pode ser dias mais tarde, meses mais tarde ou até anos mais tarde, mas para mim? Não existem coincidências. Penso por vezes porque temos de nos deparar sempre com as pessoas que não queremos ou não devemos quando menos esperamos, e quando tentamos procurá-las, elas nunca aparecem. Isto não são coincidências, são sinais. Sinais que nunca percebi.
o meu sonho
Eu sonhei com algo que me estranhou um bocado. Sonhei que estava numa aula de educação física a andar de patins e a professora vira-se para nós e diz: quem conseguir atravessar o corredor de patins ganha quinze pontos. Eu e os meus colegas lá decidimos ir todos contente porque nós e os patins é uma coisa maravilhosa. No fundo do corredor ouvi alguém contar uma história a uns meninos mais pequenos, penso não me lembrar quem a contara mas recordo-me da história toda, então pus-me a ouvir e a imaginá-la na minha cabeça, o mais estranho é que a rapariga da história para mim era a minha prima Stephanie, não me perguntem porquê mas era ela. E a história contava assim: Havia uma rapariga de dezassete anos, muito bonita que se quis tornar independente dos pais muito cedo, já não estudava mas trabalhava e tinha a sua casa. A sua casa era grande, era no meio do nada e naquele nada apenas existiam a casa dela e de mais alguém que nunca se soube exactamente quem morava lá, mas também ninguém queria saber, ficava a uns cinco ou seis quilómetros da casa dela. Passados uns dois anos de ela se encontrar na mesma casa, onde era feliz, um dia aconteceu algo muito estranho, a água faltou-lhe sem mais nem menos, a rapariga fora ver o que se passava e não encontrava explicação. Então fora à casa do ninguém, como chamava a família, foi lá ver se encontrava alguém. Chegando à tal casa muito cansada, bateu à porta e ninguém abriu, então dirigiu-se para a janela e bateu no vidro perguntando:' Podia-me emprestar água?'. Ouvindo um barulho estranho vindo da porta dirigiu-se para lá rapidamente, de repente abre-lhe a porta um homem, de cabelo cinzento, baixinho, com os seus sessenta e tias, com um ar sereno e sorridente e trazia na mão um copo um quarto cheio de água suja, água castanha. Ela olhando para ele e para o copo começou a correr. O homem foi atrás dela a correr todo contente até que a apanha e agarra-a. De seguida põe-lhe o braço por cima do ombro e ela a chorar como se não houvesse amanhã, super assustada e o homem só lhe disse: 'Podes usar a água que quiseres meu amor, até amaciador mas não contes a ninguém está bem bebé?' De repente fecha a porta de casa e eu acordo.
Estranho ou não? O.o
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