'Diz-me com quem andas e eu dirteei quem és'
Qual é a cena de já termos aprendido o que é e como se resolve e estarmos constantemente a ver a repetição disso na nossa vida. Eu já não disse que não queria saber? Eu já não disse que queria que isto tudo acabasse? Eu já não disse que tudo o que se tinha passado era para ter um ponto final? Então porque continuas? Olha digo-te mais uma coisa, sê feliz e deixa-me em paz, não gosto de ver repetições cinco vezes por dia, kiss.
Procuro algo que já perdi mas voltei a encontrar, agora que a perdi sinto mais falta dela do que qualquer outra coisa. Sabem o que é? A minha vontade de agir, não a encontro, estará longe? Ai perdi-a e não sei onde a meti. O problema é que tenho de ser eu a encontra-la, ninguém o pode fazer por mim. Bem podem puxar por mim, mas eu é que tenho e tomar uma atitude. Acabou-se as palavras, vou procurar melhor.
Uma história veridica
Ela será a inocente, ele foi o inocente, ambos são inocentes nesta história. Perguntam vocês porquê? Eu explico-vos sem problema, explico-vos porque nenhum deles foi o correcto. Bem vou começar:
Ele chamava-se Pedro, tinha 20 anos e nascera em Tomar, mas a sua mãe na altura mudara-se para a Rebelva e ele vivia com ela.
Ela chamava-se Lúcia, tinha 19 anos e nascera em Cascais, mas a sua mãe na altura mudara-se para S.D. de Rana mesmo trabalhando na Amadora.
Ambos viviam um ao lado do outro, mesmo nunca se vendo.
Um dia numa saída de amigos conheceram-se. Pedro ficou apaixonadíssimo por Lúcia, ficou fascinado, e ela sempre a fazer-se de difícil, mas ele também não lhe era indiferente.
Nesses tempos eles saiam muitas vezes, um café perto das suas casas.
Numa saída, Pedro decidiu ir convidar Lúcia para ir tomar um café só eles os dois, ela contente disse-lhe que sim.
Nessa saída, como devem calcular, deram-se bem e decidiram combinar outro café e assim sucessivamente.
Passado algum tempo, não sei bem ao certo , começaram a namorar, na altura era aquela coisa de apresentar logo aos pais, e assim foi.
Como devem calcular um namoro daquela idade requer mais que uns simples beijinhos, até que um dia ela aparece grávida de um filho. Ficaram todos contentes.
Quando ele nasceu eles foram viver juntos, mas não se ficaram só por aí, passados quatro anos tiveram outro filho, ou mais correcto, uma filha. E não se ficaram por aqui ainda, passado um ano e pouco tiverem outra filha.
Bem quando a filha mais nova completara um ano, a sua mãe apaixonara-se por um outro homem. Pedro apercebera-se disso, e falou com ela, ela não negou nada.
Pedro sendo um bocado mulherengo, começou a traí-la com outras mulheres, mas Lúcia também o traía com o outro homem.
Um dia correu um boato que Pedro, andava a trair Lúcia com uma mulher casada que era amiga de Lúcia. E Lúcia indignada deixou-se de falar com ela.
Um dia tiveram os dois uma conversa e aperceberam-se que já não dava mais, que o melhor era acabarem tudo, mesmo com três filhos.
Pedro hoje em dia tem outra mulher que tem um filho. E Pedro teve o quarto filho com essa mulher e são muito felizes. O filho dessa outra mulher tem a idade da segunda filha do Pedro e dão-se os cinco muito bem. Os três filhos do Pedro e o filho da mulher dele costumam ir juntos visitá-los a eles e aos irmãos mais novos, porque moram longe, mas são todos felizes.
E a mãe já teve um namorado e agora anda feliz e sabe-se lá porquê.
Percorreram ou não percorreram um longo caminho? E assim acaba, fim.
Bem sei que errei contigo mil e uma vezes e tu comigo também, sei que quase te preguei um estalo de tão irritada que estava, sei que para sempre estarás comigo, e digo-te nós chegámos a uma altura em que me chamavas melhor amiga e eu fiz com que isso se estragasse, erro meu e reconheço. Temos umas saídas horríveis mas tenho-te a dizer muito sinceramente que tornaste-te uma pessoa importante apesar de não parecer e de cometeres os maiores erros do mundo, mas estou lá para os emendar e vice-versa. Apesar de todos os nossos erros houve coisas positivas, sempre me ajudas-te e estives-te lá. Sabes que não gosto muito destas coisas um bocadinho lamechas mas pronto acontece. E vou-te dizer uma coisa que não é da boca para fora, nem porque me apetece, mas tornaste-te uma melhor amiga.
Bem posso dizer muita coisa é verdade, mas existe algo que me atormenta, não sei bem o que é. Sei ao certo que é saudade, saudade do quê? Sinto um aperto no coração e quando digo que vou seguir em frente ainda me dói mais, como se tivesse a deixar algo para trás, algo que me faz falta pelos vistos. Mas sinto que o que tenho de fazer é deixar para trás tudo o que passei, e se me dói quando sigo em frente é porque foi importante e se calhar não o deva fazer, mas foi uma escolha que não foi só minha, foi de duas pessoas que sabem perfeitamente do que se passou, então assim será. Só quero que saibas que nada foi insignificante, até outra vida.
vá, fiquem.
Olha para o descaramento destas pitas, dizem que somos o que elas negam ser para não ficarem sozinhas no mundo que escolheram, deixem-me em paz e fiquem lá com as amiguinhas falsas de que tanto gostam. Deixem-se de inventar e mais, comigo fofas? Atrevam-se a ser falsas, porque a próxima? Não se ficam a rir, é bom que leiam e que espalhem na boca do vosso mundo, kiss ♥
Segredos são segredos, momentos são momentos. Coisas para não espigar nem andar nas bocas erradas e sujas. Falem, critiquem na boa, mas falem na cara sem medo, se são tão boas para se exibir e armar-se em meninas crescidas porque não são assim tão boas a criticar e falar na cara? Chamam-me trsite vocês por escrever este texto? Disse-vos o que tinha a dizer na cara se levaram a bem ou a mal estou-me a cagar.Tristes são as cadelinhas e as flsas q negam o q fizeram na nossa cara. Não corro atrás de ninguém. Só não te esqueças que para a próxima? Fala na cara e assume os erros, não sejas mufina.
és tu.
Defeitos: és um porco, estúpido, otário, mentiroso, 'traidor', muito engatatão e não és assim muito bonito.
Qualidades: és simpático, querido, generoso, compreensivo, brincalhão, tens uma boa disposição, gostas de resolver os problemas e nunca ignorá-los, sabes como falar com as pessoas e não és o rapaz perfeito.
Não te amo, não te odeio, conheço-te minimamente, gosto de ti da maneira como és e odeio-te por me fazeres passar pelo que passo. ♥
ps. não tens nada a haver com o da imagem.
Qualidades: és simpático, querido, generoso, compreensivo, brincalhão, tens uma boa disposição, gostas de resolver os problemas e nunca ignorá-los, sabes como falar com as pessoas e não és o rapaz perfeito.
Não te amo, não te odeio, conheço-te minimamente, gosto de ti da maneira como és e odeio-te por me fazeres passar pelo que passo. ♥
ps. não tens nada a haver com o da imagem.
Dizem que as coisas acontecem por meras coincidências. Ao longo do tempo, ao longo que vou crescendo, noto que nem sempre é verdade, existem sinais. Claro que esses sinais não são logo óbvios, e no início pensamos ser coincidências, mas à medida que as coisas vão desenrolando apercebemos nos dos sinais. Pode ser dias mais tarde, meses mais tarde ou até anos mais tarde, mas para mim? Não existem coincidências. Penso por vezes porque temos de nos deparar sempre com as pessoas que não queremos ou não devemos quando menos esperamos, e quando tentamos procurá-las, elas nunca aparecem. Isto não são coincidências, são sinais. Sinais que nunca percebi.
o meu sonho
Eu sonhei com algo que me estranhou um bocado. Sonhei que estava numa aula de educação física a andar de patins e a professora vira-se para nós e diz: quem conseguir atravessar o corredor de patins ganha quinze pontos. Eu e os meus colegas lá decidimos ir todos contente porque nós e os patins é uma coisa maravilhosa. No fundo do corredor ouvi alguém contar uma história a uns meninos mais pequenos, penso não me lembrar quem a contara mas recordo-me da história toda, então pus-me a ouvir e a imaginá-la na minha cabeça, o mais estranho é que a rapariga da história para mim era a minha prima Stephanie, não me perguntem porquê mas era ela. E a história contava assim: Havia uma rapariga de dezassete anos, muito bonita que se quis tornar independente dos pais muito cedo, já não estudava mas trabalhava e tinha a sua casa. A sua casa era grande, era no meio do nada e naquele nada apenas existiam a casa dela e de mais alguém que nunca se soube exactamente quem morava lá, mas também ninguém queria saber, ficava a uns cinco ou seis quilómetros da casa dela. Passados uns dois anos de ela se encontrar na mesma casa, onde era feliz, um dia aconteceu algo muito estranho, a água faltou-lhe sem mais nem menos, a rapariga fora ver o que se passava e não encontrava explicação. Então fora à casa do ninguém, como chamava a família, foi lá ver se encontrava alguém. Chegando à tal casa muito cansada, bateu à porta e ninguém abriu, então dirigiu-se para a janela e bateu no vidro perguntando:' Podia-me emprestar água?'. Ouvindo um barulho estranho vindo da porta dirigiu-se para lá rapidamente, de repente abre-lhe a porta um homem, de cabelo cinzento, baixinho, com os seus sessenta e tias, com um ar sereno e sorridente e trazia na mão um copo um quarto cheio de água suja, água castanha. Ela olhando para ele e para o copo começou a correr. O homem foi atrás dela a correr todo contente até que a apanha e agarra-a. De seguida põe-lhe o braço por cima do ombro e ela a chorar como se não houvesse amanhã, super assustada e o homem só lhe disse: 'Podes usar a água que quiseres meu amor, até amaciador mas não contes a ninguém está bem bebé?' De repente fecha a porta de casa e eu acordo.
Estranho ou não? O.o
quanto mais segurança temos de uma coisa, é quando devemos desconfiar mais. quanto mais acreditamos numa coisa, é quando devemos ter mais dúvidas. quanto mais pensamos que existe, iremos apercebermos-nos que afinal era tudo uma ilusão.quanto mais pensamos que podemos contar, mais desilusões iremos ter. quanto mais gostamos de uma pessoa, será se calhar aquela que mais iremos odiar. vamos ser realistas e pensar, com quem poderemos contar? se daqui a alguns anos, serão esses mesmos que nos vão apunhalar pelas costas?
'we get to carry each other'
apenas sei que cresço há medida que cometo os meus erros, mas com ele não é diferente. ele é a pessoa que mais amo no mundo, não é um namorado ou uma paixão passageira, é o meu mlhr amgo. errei com ele e aprendi com ele, mas ele fez o mesmo cmigo e pensa ser a voz da razão e espera algo de mim que não lheposso dar, que não lhe quero dar. mas sei que apesar de estarmos assim sei que ele cuidará de mim cmo smpre e estarei cá para tudo.
amo-te felipe rocha de azevedo silva @
amo-te felipe rocha de azevedo silva @
"things will get better if you just hold my hand"
Por vezes fazias-me desistir, rebaixavas-me e não me deixavas ser quem sou, repreendia-me por ti, achando teres razão, fugia das certezas como se fugisse de um tornado ou de um maremoto, escondendo-me num abrigo onde me envolviam incertezas e inseguranças, tentava omitir tudo o que pensava para não ser criticada, franzias-me o sobrolho sempre que dizia algo animado para que o ambiente de gelo que se estabelecia entre nós se descongelasse e se partisse, tentava orgulhar-me de tudo o que tinhamos passado, mas simplesmente não conseguia, sentia que estavas comigo por estares e não por me amares ou por sermos correspondidos, ficava sentida cada vez que me julgavas mas chegou um dia em que me beijaste mais uma vez depois de uma discussão sobre isto e disseste-me: "as coisas ficarão melhores se me deres a mão" e naquele momento sentimos, ali mesmo, aquela cumplicidade que não carece explicações, e ficámos assim.
pai
se me perguntarem do que tenho saudades, eu tenho saudades disto.
de ser pequena, de todos me mimarem, das férias em toda a parte, dos acampamentos, da união da minha família mas principalmente de estar com ele.
eu amo-o, é a pessoa com quem eu menos estou, com quem quero que fique comigo para sempre, do meu ídolo e eu trato-o por pai.
é a pessoa que eu sei que me protegerá para sempre e do meu lado ficará sem virar costas e sem me julgar.
eu amo-te pai.
de ser pequena, de todos me mimarem, das férias em toda a parte, dos acampamentos, da união da minha família mas principalmente de estar com ele.
eu amo-o, é a pessoa com quem eu menos estou, com quem quero que fique comigo para sempre, do meu ídolo e eu trato-o por pai.
é a pessoa que eu sei que me protegerá para sempre e do meu lado ficará sem virar costas e sem me julgar.
eu amo-te pai.
duas pessoas quando estão destinadas a ficar uma com a outra, ficam.
tudo estava bem, tudo corria como previsto, tudo era mágico e diferente como sempre ele achou, pensava que ela era única rapariga que alguma vez amara, julgava-a a única rapariga existente neste mundo, achava que ela era um sonho, até que ela um dia se cansou dele ser tão pegado e obcecado até que por fim desistiu. ele pensando o que achava dela, ficou triste, desiludido como nunca ficara antes pois, tudo o que ela significava para ele era tudo e pelos vistos ela nunca gostou assim tanto dele, como nunca o compreendeu o suficiente então olha.
um dia esse rapaz estava sozinho num parque lindo, cheio de grandes árvores, lagos e animais, até que viu passar uma rapariga linda, maravilhosa, perfeita, digamos assim, morena de cabelo encaracolado bem comprido, olhos verdes como a relva molhada a brilhar ao sol, com as maçãs do rosto meio esvermelhadas e bem rechonchudas, daquelas que apetece chegar a elas e apertar. ela foi-lhe perguntar as horas e ele depois de lhe responder nem hesitou em convidá-la para ir tomar um café e foram mesmo nessa noite. combinaram num bar lindo, com muito pouca gente, um bar tranquilo assim dizendo, até que ele a beijou, mas ela envergonhada saiu a correr. ele sem qualquer contacto com ela nunca mais a viu.
um dia lá volta ele para aquele lindo parque até que de repente ele olha para trás e a vê. foi a correr ter com ela. ela explicou-lhe que naquela altura apenas precisava era de um amigo que a apoiasse não de um compromisso, mas que a partir daquele acontecimento, ficara sempre no parque à espera dele e ele só naquele dia é que tinha aparecido, queria dizer-lhe que estava arrependida de se ter ido embora e que queria ficar com ele até aquilo dar, até ao fim, se houvesse.
e assim foi, ele arrependeu-se de ter sido tão pegado da última vez que desta vez, ele não quis ser assim. e sim foi uma relação perfeita, claro com as suas discussões mas nada de grave, duas pessoas quando estão destinadas a ficar uma com a outra, assim ficam.
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