tudo estava bem, tudo corria como previsto, tudo era mágico e diferente como sempre ele achou, pensava que ela era única rapariga que alguma vez amara, julgava-a a única rapariga existente neste mundo, achava que ela era um sonho, até que ela um dia se cansou dele ser tão pegado e obcecado até que por fim desistiu. ele pensando o que achava dela, ficou triste, desiludido como nunca ficara antes pois, tudo o que ela significava para ele era tudo e pelos vistos ela nunca gostou assim tanto dele, como nunca o compreendeu o suficiente então olha.
um dia esse rapaz estava sozinho num parque lindo, cheio de grandes árvores, lagos e animais, até que viu passar uma rapariga linda, maravilhosa, perfeita, digamos assim, morena de cabelo encaracolado bem comprido, olhos verdes como a relva molhada a brilhar ao sol, com as maçãs do rosto meio esvermelhadas e bem rechonchudas, daquelas que apetece chegar a elas e apertar. ela foi-lhe perguntar as horas e ele depois de lhe responder nem hesitou em convidá-la para ir tomar um café e foram mesmo nessa noite. combinaram num bar lindo, com muito pouca gente, um bar tranquilo assim dizendo, até que ele a beijou, mas ela envergonhada saiu a correr. ele sem qualquer contacto com ela nunca mais a viu.
um dia lá volta ele para aquele lindo parque até que de repente ele olha para trás e a vê. foi a correr ter com ela. ela explicou-lhe que naquela altura apenas precisava era de um amigo que a apoiasse não de um compromisso, mas que a partir daquele acontecimento, ficara sempre no parque à espera dele e ele só naquele dia é que tinha aparecido, queria dizer-lhe que estava arrependida de se ter ido embora e que queria ficar com ele até aquilo dar, até ao fim, se houvesse.
e assim foi, ele arrependeu-se de ter sido tão pegado da última vez que desta vez, ele não quis ser assim. e sim foi uma relação perfeita, claro com as suas discussões mas nada de grave, duas pessoas quando estão destinadas a ficar uma com a outra, assim ficam.